Toke é um artista angolano que trabalha em teatro e drama. Também atua como radialista no programa Submarino Amarelo e tem participado de diversos espetáculos musicais com destaque na banda de rock angolana Neblina como baterista e produtor.
Toke é filho de uma família europeia cujo negócio em Angola é desde 1958 no ramo das Artes Gráficas, desenvolve actividades paralelas como radialista desde 1982 e realizador e apresentador desde 2001 de um programa de rádio de uma hora semanal aos sábados dedicado aos Beatles (O Submarino Angolano) na LAC (Luanda Antena Comercial).
Locutor e realizador de noticiários na rádio LAC desde 2014, com passagem prévia na primeira metade dos anos 1990 pela RNA (Rádio Nacional de Angola) onde apresentou o Manhã de Domingo e o noticiário Magazine Informativo.
Produtor e apresentador de palco durante dez anos, do festival de rock ORLEI, no Huambo, de 2011 a 2020, e do festival Rock no rio Catumbela de 2013 a 2018.
Baterista dos Neblina, a primeira banda angolana a lançar um disco de Rock, o álbum “Innocence Falls In Deccay” de 2006. Durante o período de 2018, teve uma breve passagem pelos Silk N' Roots durante a criação do grupo, até dar lugar ao Cristóvão.
Actor do Elinga Teatro, participou nas peças “Quem Me Dera Ser Onda”, 2001/02; “Kimpa Vita - A Profetisa Ardente”, 2007; “O Moribundo Que Não Queria Morrer”, 2008; e “A Errância de Caim”, em 2012.
Desde 2005 tem tido uma discreta porém massiva actuação como jornalista/divulgador dos valores culturais angolanos, com destaque para a divulgação e difusão pelo meio digital de um vasto acervo musical angolano até então quase esquecido e cobrindo cronológica e tematicamente os mais variados estilos musicais angolanos.
Destaque para o acompanhamento do Kuduro espontâneo que todas as semanas é posto à venda nas ruas de Luanda pelos produtores e intérpretes independentes.